O Manchester City venceu o maior rival Manchester United por 1 a 0 e
agora só depende das próprias forças para conquistar o título do
Campeonato Inglês depois de 44 anos. Restam apenas dois confrontos para cada. A equipe de Alex Ferguson tem,
na teoria, duelos mais fáceis, contra Swansea, em casa, e Sunderland,
fora. Os comandados de Roberto Mancini visitam o Newcastle, que briga
por vaga na Liga dos Campeões, e recebem o Queens Park Rangers. Se o
United não tirar a diferença de oito gols, o City se sagrará campeão com
duas vitórias. Em campo, Alex Ferguson optou pela formação com Giggs e Park, dupla que o
experiente técnico escocês costuma utilizar em jogos decisivos
formaram o meio junto do homem de confiança Scholes e Carrick, deixando
Valencia e Welbeck no banco de reservas. Na frente, Nani e Rooney pouco
apareceram na primeira etapa, e o United acabou não conseguindo criar
boas chances de marcar. Mas o City, apesar de não ter um grande
número de oportunidades de abrir o placar, teve melhor sorte. Com a
ofensiva formação de Silva, Nasri, Tevez e Aguero, foi premiado pouco
antes do intervalo com um gol de Kompany, de cabeça, após cobrança de
escanteio. O jogo seguiu pouco empolgante, com raras investidas de sucesso. Ainda
mais depois que Roberto Mancini optou por abdicar do talento ao colocar
De Jong no lugar de Tevez. O City ameaçou, precisamente, aos 27, em
chute de Yaya Touré de fora da área, e aos 32, quando Agüero avançou
sozinho e mandou na rede do lado de fora, durante o segundo tempo. Mas as melhores chances seguiam sendo do City, que quase ampliou com
Clichy, que bateu forte e parou em De Gea, e Nasri, que demorou para
finalizar e acabou desarmado dentro da área. Já o United não conseguia
pressionar, e o jogo terminou mesmo 1 a 0 para o lado azul de
Manchester, para festa da torcida que lotou o estádio e pode soltar o
grito de campeão inglês daqui a duas semanas.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Di(o) Natale
Camisa 10, liderança dentro de
campo, goleador. Muitas são as qualidades atribuídas a Antonio Di Natale. Mas
como já havia comentado em um post anterior, o ídolo não é feito apenas de suas
habilidades dentro das quatro linhas, como também de sua postura fora de campo.
E o craque da Udinese, duas vezes seguidas maior goleador do Calcio, e da
seleção italiana, deu um verdadeiro exemplo para todos nós.
Há alguns dias o mundo do futebol
parava entristecido, para acompanhar as notícias sobre uma nova tragédia.
Piermario Morosini faleceu após sofrer uma parada cardíaca durante a partida
entre Pescara e Livorno. Mais uma
história de uma família marcada por tragédias.
Ainda jovem o meia havia perdido os pais e o irmão, tendo que ficar
responsável pela irmã, Maria Carla, portadora de deficiência mental e que, após
a morte do irmão passaria a necessitar de um cuidado ainda maior, sendo que era
totalmente dependente do irmão. A partir daí o futebol e a sociedade italiana
mobilizaram-se, de forma a ajudá-la da melhor maneira possível.
Homenagens foram prestadas a
Morosini por todo o mundo. Mas a maior delas veio do ex-companheiro de clube e amigo, Antonio Di Natale.
“Mario (Morosini) era como um irmão para mim. É essencial ficar ao lado da irmã dele por toda a vida”, disse Di Natale.
“Foi um excelente
companheiro. Apesar de todos os problemas que tinha, estava sempre à disposição
da equipa e dava todas as suas forças por ela. Ele queria viver e encontrar o
êxito, para ele, para a família e para a irmã” – afirmou o
internacional Italiano.
Ciente da situação, o atacante da Udinese resolveu então dar todo apoio possível, inclusive assumindo que vai requerer a custódia de Maria Carla. O gesto comoveu a todos no mundo, homenagem maior não podia ser feita. Atitude que rendeu ao craque o reconhecimento pela torcida. A frase que intitula o post, e que traduzida tem o significado de “Deus Natale”, foi vista em vários cartazes espalhados na rodada que marcou a volta do Campeonato Italiano após a tragédia. Di Natale grava seu nome entre os grandes do futebol. Mostra que um verdadeiro ídolo é muito mais que um jogador que faz a diferença dentro de campo, que decide campeonatos. Mais do que isso é alguém que em meio a uma situação controversa, consegue deixar para a história um exemplo de solidariedade a ser seguido, admirado, aplaudido por todos.
Parabéns, Antonio Di(o) Natale.
Postagem: Jair Júnior.
sábado, 28 de abril de 2012
Derrick Rose rompe ligamento e está fora dos playoffs e da Olimpíada
A fase do armador Derrick Rose realmente está longe de ser boa. O jogador do Chicago Bulls, que já vinha sofrendo com lesões ao longo de toda a temporada, teve uma péssima notícia na noite deste sábado. O atleta lesionou o joelho esquerdo ao final da partida contra o Philadelphia 76ers, pelos playoffs da NBA, rompeu o ligamento cruzado anterior e está fora do restante da temporada da NBA e também da Olimpíada de Londres.
O jogador teve atuação de destaque no primeiro jogo da série melhor de sete partidas contra os 76ers, ajudando os Bulls a vencer por 103 a 91, com 23 pontos, nove rebotes e nove assistências no confronto. Porém, em um lance aéreo, faltando 1min22s para o término da partida, o armador decidiu fazer um passe para o companheiro e aterrissou de mau jeito. O jogador foi prontamente atendido pelos médicos do time e teve que sair de quadra carregado.
Encaminhado a um hospital, o exame de ressonância magnética atestou a gravidade da lesão. Com isso, além dos Bulls, Derrick Rose vai desfalcar também a seleção americana nos Jogos de Londres. Os Estados Unidos já não podem contar com o pivô Dwight Howard, do Orlando Magic, que passou por uma cirurgia de hérnia de disco.
Rose já teve várias lesões no pé, nas costas, no dedo do pé e na virilha. Desde que machucou o pé, no último dia 12 de março, Derrick não conseguiu atuar por duas partidas consecutivas pelos Bulls.
Postagem: Edinho Silva
sexta-feira, 27 de abril de 2012
ANÁLISE DOS PLAYOFFS – AGORA É PRA VALER!
A temporada regular chegou ao fim. Amanhã, já começam os Playoffs. Agora é tudo pra valer, e quem não encontrar a melhor maneira de anular o adversário em no máximo sete jogos dá adeus.
Vamos analisar e palpitar sobre cada uma das oito séries aqui:
Postagem: Edinho Silva
O fim de uma era!
Copa do rei em 2009 , três campeonatos espanhóis 2009/2010/2011
, duas ligas do campeões 2009/2011 , dois mundiais interclubes 2009/2011 , essa
foi a era Guardiola , acumulando recordes e mais recordes a frente do Barcelona.
Até onde vai o “dedo” do treinador ? muitos dizem que ele não ganha jogo , será
mesmo ? durante todo esse tempo , o Barcelona passou ser citado como exemplo a
ser seguido , para alguns como o melhor time da história , na era Guardiola.Um
futebol que preza a posse de bola , que
encanta a todos , até mesmo os rivais , isso tudo na era Guardiola. A pergunta
que fica é : tudo isso aconteceria sem ele ? “ah mais é fácil treinar um time
que só tem craques” , sem mencionar os fracassos de treinadores consagrados em
alguns times/seleções repleta de craques , qual treinador escalaria um time com
2 meais e 3 atacantes em todos os jogos fora ou dentro de casa ? qual treinador
mandaria embora um jogador que valeu uma fortuna porque ele não ajuda
taticamente ? (Ibrahimovic) , qual treinador coloca sei time em um 3-1-3-3 ? a
verdade é que , Guardiola é um treinador diferenciado , derrotas ? todos tem ,
mas poucos erguem e seguem em frente. Treinador não entra em campo pra decidir
, mas ele escolhe quem decide. Guardiola precisa ser referenciado , não só por
torcedores do Barcelona , mas sim daquele que ama o bom futebol , a beleza do
espetáculo , ser igual no meio dos melhores , esse é Pep Guardiola.
Postado por : Pedro Paulo
Postado por : Pedro Paulo
quarta-feira, 25 de abril de 2012
PARABÉNS, TIM DUNCAN!
Completando 36 anos nesta quarta-feira (25 de abril), a Resenha não poderia deixar de dar os parabéns à Tim Duncan, considerado como um dos melhores pivôs da história, o ídolo de San Antonio se destaca com seu jogo simples e ao mesmo tempo eficiente. Parabéns Duncan.
Postagem: Edinho Silva
Heróico!
Ataque contra defesa era a definição antes da bola rolar ,
era esperado um “replay” do que houve em Londres , e não deu outra.O Barça foi
a campo em um 3-1-3-3 , e o Chelsea em um 4-5-1 que as vezes se transformava em
um 4-6-0 , com a expulsão o Terry , ficou em uma espécie de 5-4-0 , que não
conseguia sair do seu campo , encurralado pelo melhor time do mundo , que abriu
2x0 , o sopro de esperança surgiu onde se pode encontrar o maior defeito deste
time épico do Barcelona , a marcação das laterais.Ramires apareceu livre e fez
, 2x1. Viria um segundo tempo do melhor time do mundo atacando , com um
gênio como líder , contra um time nada confiável , que faz temporada altamente
irregular e ainda mais com 1 a menos , mas porque mesmo que o futebol é tão
apaixonante ? porquê ele é sempre imprevisível. O Chelsea conseguiu segurar 45
minutos , com uma pitadinha de sorte , é verdade , já que o gênio (Messi) ainda
perdeu um pênalti , vitória da superação , parece final de filme clichê
americano , mas não foi , Chelsea na final. Jorge Iggor , narrador do esporte
interativo citou a vitória dos blues como “a vitória da estratégia” , analise
perfeita. É injustiça a falta de competência do adversário ? é covardia
reconhecer a superioridade do oponente ?
O chelsea jogou se defendendo os dois jogos , e aí ? defender não faz
parte do futebol ? jogar se defendendo não é ser um time “covarde” , muitas
vezes é uma estratégia , bonita ? não , mas futebol não é estética , é
eficiência.
Postado por : Pedro Paulo
Postado por : Pedro Paulo
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