segunda-feira, 30 de abril de 2012

A caminho do título


   O Manchester City venceu o maior rival Manchester United por 1 a 0 e agora só depende das próprias forças para conquistar o título do Campeonato Inglês depois de 44 anos. Restam apenas dois confrontos para cada. A equipe de Alex Ferguson tem, na teoria, duelos mais fáceis, contra Swansea, em casa, e Sunderland, fora. Os comandados de Roberto Mancini visitam o Newcastle, que briga por vaga na Liga dos Campeões, e recebem o Queens Park Rangers. Se o United não tirar a diferença de oito gols, o City se sagrará campeão com duas vitórias. Em campo, Alex Ferguson optou pela formação com Giggs e Park, dupla que o experiente técnico escocês costuma utilizar em jogos decisivos formaram o meio junto do homem de confiança Scholes e Carrick, deixando Valencia e Welbeck no banco de reservas. Na frente, Nani e Rooney pouco apareceram na primeira etapa, e o United acabou não conseguindo criar boas chances de marcar. Mas o City, apesar de não ter um grande número de oportunidades de abrir o placar, teve melhor sorte. Com a ofensiva formação de Silva, Nasri, Tevez e Aguero, foi premiado pouco antes do intervalo com um gol de Kompany, de cabeça, após cobrança de escanteio. O jogo seguiu pouco empolgante, com raras investidas de sucesso. Ainda mais depois que Roberto Mancini optou por abdicar do talento ao colocar De Jong no lugar de Tevez. O City ameaçou, precisamente, aos 27, em chute de Yaya Touré de fora da área, e aos 32, quando Agüero avançou sozinho e mandou na rede do lado de fora, durante o segundo tempo. Mas as melhores chances seguiam sendo do City, que quase ampliou com Clichy, que bateu forte e parou em De Gea, e Nasri, que demorou para finalizar e acabou desarmado dentro da área. Já o United não conseguia pressionar, e o jogo terminou mesmo 1 a 0 para o lado azul de Manchester, para festa da torcida que lotou o estádio e pode soltar o grito de campeão inglês daqui a duas semanas.

Di(o) Natale


Camisa 10, liderança dentro de campo, goleador. Muitas são as qualidades atribuídas a Antonio Di Natale. Mas como já havia comentado em um post anterior, o ídolo não é feito apenas de suas habilidades dentro das quatro linhas, como também de sua postura fora de campo. E o craque da Udinese, duas vezes seguidas maior goleador do Calcio, e da seleção italiana, deu um verdadeiro exemplo para todos nós.
Há alguns dias o mundo do futebol parava entristecido, para acompanhar as notícias sobre uma nova tragédia. Piermario Morosini faleceu após sofrer uma parada cardíaca durante a partida entre Pescara e Livorno.  Mais uma história de uma família marcada por tragédias.  Ainda jovem o meia havia perdido os pais e o irmão, tendo que ficar responsável pela irmã, Maria Carla, portadora de deficiência mental e que, após a morte do irmão passaria a necessitar de um cuidado ainda maior, sendo que era totalmente dependente do irmão. A partir daí o futebol e a sociedade italiana mobilizaram-se, de forma a ajudá-la da melhor maneira possível.
Homenagens foram prestadas a Morosini por todo o mundo. Mas a maior delas veio do ex-companheiro de clube e  amigo, Antonio Di Natale.


“Mario (Morosini) era como um irmão para mim. É essencial ficar ao lado da irmã dele por toda a vida”, disse Di Natale.
“Foi um excelente companheiro. Apesar de todos os problemas que tinha, estava sempre à disposição da equipa e dava todas as suas forças por ela. Ele queria viver e encontrar o êxito, para ele, para a família e para a irmã” – afirmou o internacional Italiano.


Ciente da situação, o atacante da Udinese resolveu então dar todo apoio possível, inclusive assumindo que vai requerer a custódia de Maria Carla. O gesto comoveu a todos no mundo, homenagem maior não podia ser feita. Atitude que rendeu ao craque o reconhecimento pela torcida. A frase que intitula o post, e que traduzida tem o significado de “Deus Natale”, foi vista em vários cartazes espalhados na rodada que marcou a volta do Campeonato Italiano após a tragédia. Di Natale grava seu nome entre os grandes do futebol.  Mostra que um verdadeiro ídolo é muito mais que um jogador que faz a diferença dentro de campo, que decide campeonatos. Mais do que isso é alguém que em meio a uma situação controversa, consegue deixar para a história um exemplo de solidariedade a ser seguido, admirado, aplaudido por todos.
Parabéns, Antonio Di(o) Natale.


Postagem: Jair Júnior.

sábado, 28 de abril de 2012

Derrick Rose rompe ligamento e está fora dos playoffs e da Olimpíada


A fase do armador Derrick Rose realmente está longe de ser boa. O jogador do Chicago Bulls, que já vinha sofrendo com lesões ao longo de toda a temporada, teve uma péssima notícia na noite deste sábado. O atleta lesionou o joelho esquerdo ao final da partida contra o Philadelphia 76ers, pelos playoffs da NBA, rompeu o ligamento cruzado anterior e está fora do restante da temporada da NBA e também da Olimpíada de Londres.
O jogador teve atuação de destaque no primeiro jogo da série melhor de sete partidas contra os 76ers, ajudando os Bulls a vencer por 103 a 91, com 23 pontos, nove rebotes e nove assistências no confronto. Porém, em um lance aéreo, faltando 1min22s para o término da partida, o armador decidiu fazer um passe para o companheiro e aterrissou de mau jeito. O jogador foi prontamente atendido pelos médicos do time e teve que sair de quadra carregado.
Encaminhado a um hospital, o exame de ressonância magnética atestou a gravidade da lesão. Com isso, além dos Bulls, Derrick Rose vai desfalcar também a seleção americana nos Jogos de Londres. Os Estados Unidos já não podem contar com o pivô Dwight Howard, do Orlando Magic, que passou por uma cirurgia de hérnia de disco.
Rose já teve várias lesões no pé, nas costas, no dedo do pé e na virilha. Desde que machucou o pé, no último dia 12 de março, Derrick não conseguiu atuar por duas partidas consecutivas pelos Bulls.



Postagem: Edinho Silva

sexta-feira, 27 de abril de 2012

ANÁLISE DOS PLAYOFFS – AGORA É PRA VALER!


A temporada regular chegou ao fim. Amanhã, já começam os Playoffs. Agora é tudo pra valer, e quem não encontrar a melhor maneira de anular o adversário em no máximo sete jogos dá adeus.
Vamos analisar e palpitar sobre cada uma das oito séries aqui:






Postagem: Edinho Silva

O fim de uma era!





Copa do rei em 2009 , três campeonatos espanhóis 2009/2010/2011 , duas ligas do campeões 2009/2011 , dois mundiais interclubes 2009/2011 , essa foi a era Guardiola , acumulando recordes e mais recordes a frente do Barcelona. Até onde vai o “dedo” do treinador ? muitos dizem que ele não ganha jogo , será mesmo ? durante todo esse tempo , o Barcelona passou ser citado como exemplo a ser seguido , para alguns como o melhor time da história , na era Guardiola.Um futebol  que preza a posse de bola , que encanta a todos , até mesmo os rivais , isso tudo na era Guardiola. A pergunta que fica é : tudo isso aconteceria sem ele ? “ah mais é fácil treinar um time que só tem craques” , sem mencionar os fracassos de treinadores consagrados em alguns times/seleções repleta de craques , qual treinador escalaria um time com 2 meais e 3 atacantes em todos os jogos fora ou dentro de casa ? qual treinador mandaria embora um jogador que valeu uma fortuna porque ele não ajuda taticamente ? (Ibrahimovic) , qual treinador coloca sei time em um 3-1-3-3 ? a verdade é que , Guardiola é um treinador diferenciado , derrotas ? todos tem , mas poucos erguem e seguem em frente. Treinador não entra em campo pra decidir , mas ele escolhe quem decide. Guardiola precisa ser referenciado , não só por torcedores do Barcelona , mas sim daquele que ama o bom futebol , a beleza do espetáculo , ser igual no meio dos melhores , esse é Pep Guardiola.


Postado por : Pedro Paulo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

PARABÉNS, TIM DUNCAN!





Completando 36 anos nesta quarta-feira (25 de abril), a Resenha não poderia deixar de dar os parabéns à Tim Duncan, considerado como um dos melhores pivôs da história, o ídolo de San Antonio se destaca com seu jogo simples e ao mesmo tempo eficiente. Parabéns Duncan.






Postagem: Edinho Silva

Heróico!




Ataque contra defesa era a definição antes da bola rolar , era esperado um “replay” do que houve em Londres , e não deu outra.O Barça foi a campo em um 3-1-3-3 , e o Chelsea em um 4-5-1 que as vezes se transformava em um 4-6-0 , com a expulsão o Terry , ficou em uma espécie de 5-4-0 , que não conseguia sair do seu campo , encurralado pelo melhor time do mundo , que abriu 2x0 , o sopro de esperança surgiu onde se pode encontrar o maior defeito deste time épico do Barcelona , a marcação das laterais.Ramires apareceu livre e fez , 2x1. Viria um segundo tempo do melhor time do mundo atacando , com um gênio como líder , contra um time nada confiável , que faz temporada altamente irregular e ainda mais com 1 a menos , mas porque mesmo que o futebol é tão apaixonante ? porquê ele é sempre imprevisível. O Chelsea conseguiu segurar 45 minutos , com uma pitadinha de sorte , é verdade , já que o gênio (Messi) ainda perdeu um pênalti , vitória da superação , parece final de filme clichê americano , mas não foi , Chelsea na final. Jorge Iggor , narrador do esporte interativo citou a vitória dos blues como “a vitória da estratégia” , analise perfeita. É injustiça a falta de competência do adversário ? é covardia reconhecer a superioridade do oponente ?  O chelsea jogou se defendendo os dois jogos , e aí ? defender não faz parte do futebol ? jogar se defendendo não é ser um time “covarde” , muitas vezes é uma estratégia , bonita ? não , mas futebol não é estética , é eficiência.


Postado por : Pedro Paulo